Porque a esquerda é racista?

DomenykIdeias, e somente ideias, podem iluminar a escuridão.
Porque a esquerda é racista?

Legal que o Latuf e essa galera fazem umas imagens achando que tão incomodando com aquelas artes, ai vai ver a arte, based pra caralho que dá pra sentir a aura de longe

É o GOAT
A PRF apreendeu 900 iPhones 17 Pro Max escondidos em um caminhão pipa.
Agora 900 pessoas estão protegidas de pagar iPhone mais barato, obrigado meu presidente Lulaaaaaa
Os únicos que realmente fizeram alguma diferença pela liberdade de expressão nos últimos anos foram Pavel Durov, Elon Musk e Chris Pavlovski. Só.
Muito mais do que qualquer lei inútil ou medida burocrática que tentaram vender como “defesa da liberdade”.
Bicho, que país é esse...

A nova liderança da Xbox, sob Sarah Bond, tem sido, simplesmente, sensacional. E é exatamente isso que incomoda certas narrativas — especialmente a ideia, muito difundida, de um “machismo” ou “sexismo” estrutural na comunidade gamer. O que fica exposto aqui é simples: não se trata de quem está no comando, mas dos resultados.


João Campos novamente se provando o pior prefeito da história de Recife.
Quanto tempo será que essa idolatria vai continuar? O maior orçamento da cidade é, literalmente, a imagem daquele socialista.
Me pergunto se parte das pessoas tem confiança demais na própria ideologia ou conhecimento de menos sobre incentivos.
Os efeitos de reduzir jornada de trabalho por canetada são conhecidos. O problema nunca foi discutir jornadas menores. Jornadas menores podem ser um ótimo resultado. A questão é o caminho.
Países que reduziram horas de trabalho com sucesso normalmente chegaram lá por aumento de produtividade, negociação setorial, renda maior e mercados mais flexíveis. Primeiro a economia ficou mais produtiva; depois a jornada caiu.
Quando o Estado tenta inverter essa ordem, ele não elimina o custo. Ele só empurra esse custo para algum lugar: salário menor, informalidade, menos contratação, exceções legais, horas extras escondidas ou aumento de preço.
Desde o começo do debate da escala 6x1, a direita fala disso: existe uma forma correta de reduzir jornada. O descanso aumenta quando a produtividade permite que menos horas entreguem o mesmo ou mais valor.
Quando a política pública tenta antecipar esse resultado por decreto, ela não cria produtividade; só redistribui o custo da decisão. E esse custo aparece depois, quase sempre onde o discurso original não queria olhar.
Em meio a tanto discurso ruim sobre IA, Jensen Huang levantou um ponto importante.
A discussão costuma ficar presa na pergunta: "a IA vai acabar com empregos?" Mas existe um efeito anterior, menos óbvio e talvez mais perigoso: o discurso sobre substituição pode mudar as decisões das pessoas antes da substituição acontecer.
Quando líderes muito influentes dizem que certas profissões não serão mais necessárias, eles não estão apenas descrevendo o futuro. Eles ajudam a moldar o presente. Pessoas deixam de estudar, entrar ou permanecer em áreas que ainda podem ser importantes, porque foram convencidas de que aquele caminho morreu.
O risco é criar uma escassez artificial de profissionais. Não porque a IA substituiu todo mundo, mas porque muita gente foi persuadida a abandonar uma área antes da hora.
Esse é o problema de previsões tecnológicas feitas como sentença. Elas não apenas informam decisões; elas alteram os incentivos que formam o mercado de trabalho.
A IA pode mudar muita coisa. Mas existe diferença entre reconhecer mudança tecnológica e espalhar a ideia de que certas competências humanas já não importam mais. Uma coisa é análise. A outra é profecia autorrealizável.
Eu odeio comunistas por diversos motivos, mas dois em específico, porque se repetem constantemente em quase todos.
O primeiro é a falta de compromisso com a verdade. Eles dizem “socialismo científico”, o que por si só já é contraditório: impor uma ideologia como prefixo de “científico”. Mas, mesmo que fosse, eles têm total desprezo pelas ciências econômicas, mesmo tratando do assunto constantemente. Claro, a ciência econômica nega tudo o que eles dizem; por isso, eles cagam em cima dela e a tratam como “ideologia liberal”, mesmo sendo um campo consolidado.
O segundo é que não lidam com discordância. Simplesmente não conversam nem interagem com aqueles que discordam. O curioso disso é que eles amam citar Karl Popper por causa do paradoxo da tolerância, como se isso fosse uma carta branca para censurar quem discorda.
E o engraçado é que eles nem sequer sabem que Popper era um liberal clássico convicto.
Não só não sabem quem ele foi, como só conhecem a parte conveniente de sua teoria. O próprio Popper defendia que suprimir ideias era imprudente enquanto ainda fosse possível enfrentá-las com argumento racional.
A censura, para ele, só entrava na conversa quando o grupo recusava o diálogo e passava para coerção, intimidação ou violência.
São pessoas ignorantes de todas as formas.