O extremista Jones Manoel foi questionado sobre os estupros e outros crimes cometidos por integrantes do Hamas contra judeus.
Em vez de condenar diretamente esses crimes e depois apresentar sua posição sobre o conflito, Jones desviou para as ações de Israel e reafirmou seu apoio à “emancipação da Palestina do rio ao mar”.
Mas o que mais me chamou atenção veio depois, na forma como isso foi recebido.
Ao observar as reações, eu quase não vi pessoas da própria bolha de Jones questionando sua recusa em condenar aqueles crimes. Não houve a mesma cobrança, a mesma indignação nem a mesma tentativa de transformar sua resposta em retrato da ideologia que ele defende.
