DomenykDomenyk

Ideias, e somente ideias, podem iluminar a escuridão.

  • A nova liderança da Xbox, sob Sarah Bond, tem sido, simplesmente, sensacional. E é exatamente isso que incomoda certas narrativas — especialmente a ideia, muito difundida, de um “machismo” ou “sexismo” estrutural na comunidade gamer. O que fica exposto aqui é simples: não se trata de quem está no comando, mas dos resultados.

  • João Campos novamente se provando o pior prefeito da história de Recife.

    Quanto tempo será que essa idolatria vai continuar? O maior orçamento da cidade é, literalmente, a imagem daquele socialista.

  • Me pergunto se parte das pessoas tem confiança demais na própria ideologia ou conhecimento de menos sobre incentivos.

    Os efeitos de reduzir jornada de trabalho por canetada são conhecidos. O problema nunca foi discutir jornadas menores. Jornadas menores podem ser um ótimo resultado. A questão é o caminho.

    Países que reduziram horas de trabalho com sucesso normalmente chegaram lá por aumento de produtividade, negociação setorial, renda maior e mercados mais flexíveis. Primeiro a economia ficou mais produtiva; depois a jornada caiu.

    Quando o Estado tenta inverter essa ordem, ele não elimina o custo. Ele só empurra esse custo para algum lugar: salário menor, informalidade, menos contratação, exceções legais, horas extras escondidas ou aumento de preço.

    Desde o começo do debate da escala 6x1, a direita fala disso: existe uma forma correta de reduzir jornada. O descanso aumenta quando a produtividade permite que menos horas entreguem o mesmo ou mais valor.

    Quando a política pública tenta antecipar esse resultado por decreto, ela não cria produtividade; só redistribui o custo da decisão. E esse custo aparece depois, quase sempre onde o discurso original não queria olhar.

  • Em meio a tanto discurso ruim sobre IA, Jensen Huang levantou um ponto importante.

    A discussão costuma ficar presa na pergunta: "a IA vai acabar com empregos?" Mas existe um efeito anterior, menos óbvio e talvez mais perigoso: o discurso sobre substituição pode mudar as decisões das pessoas antes da substituição acontecer.

    Quando líderes muito influentes dizem que certas profissões não serão mais necessárias, eles não estão apenas descrevendo o futuro. Eles ajudam a moldar o presente. Pessoas deixam de estudar, entrar ou permanecer em áreas que ainda podem ser importantes, porque foram convencidas de que aquele caminho morreu.

    O risco é criar uma escassez artificial de profissionais. Não porque a IA substituiu todo mundo, mas porque muita gente foi persuadida a abandonar uma área antes da hora.

    Esse é o problema de previsões tecnológicas feitas como sentença. Elas não apenas informam decisões; elas alteram os incentivos que formam o mercado de trabalho.

    A IA pode mudar muita coisa. Mas existe diferença entre reconhecer mudança tecnológica e espalhar a ideia de que certas competências humanas já não importam mais. Uma coisa é análise. A outra é profecia autorrealizável.

  • Eu odeio comunistas por diversos motivos, mas dois em específico, porque se repetem constantemente em quase todos.

    O primeiro é a falta de compromisso com a verdade. Eles dizem “socialismo científico”, o que por si só já é contraditório: impor uma ideologia como prefixo de “científico”. Mas, mesmo que fosse, eles têm total desprezo pelas ciências econômicas, mesmo tratando do assunto constantemente. Claro, a ciência econômica nega tudo o que eles dizem; por isso, eles cagam em cima dela e a tratam como “ideologia liberal”, mesmo sendo um campo consolidado.

    O segundo é que não lidam com discordância. Simplesmente não conversam nem interagem com aqueles que discordam. O curioso disso é que eles amam citar Karl Popper por causa do paradoxo da tolerância, como se isso fosse uma carta branca para censurar quem discorda.

    E o engraçado é que eles nem sequer sabem que Popper era um liberal clássico convicto.

    Não só não sabem quem ele foi, como só conhecem a parte conveniente de sua teoria. O próprio Popper defendia que suprimir ideias era imprudente enquanto ainda fosse possível enfrentá-las com argumento racional.

    A censura, para ele, só entrava na conversa quando o grupo recusava o diálogo e passava para coerção, intimidação ou violência.

    São pessoas ignorantes de todas as formas.

  • No dia 1 do governo do Mandani, lembro de ler no Twitter os comunistas comemorando e dizendo que a cidade estava uma maravilha. Nonsense, mas tudo bem.

    Agora, 5 meses depois, após políticas como taxação de ricos, aumento de gastos e várias coisas “de graça”, Mandani diz que a cidade está sem dinheiro.

    Uma das cidades mais ricas dos EUA precisou de 4 meses com um governo comunista pra chegar nesse ponto (que, por sinal, tá péssima pelos relatos).

    O Mandani, obviamente, não assumiu a culpa e jogou nos governos passados.

    A piada veio pronta...

  • É curioso como muita gente confunde democracia com liberdade.

    Democracia, no sentido mais simples, é regra da maioria. Se a maioria decide, a decisão se impõe também sobre quem discorda. Isso pode ser melhor do que uma ditadura, mas não transforma a decisão em liberdade.

    Liberdade é poder escolher sobre a própria vida, propriedade, associação, trabalho, dinheiro e consciência sem depender da autorização de uma maioria circunstancial.

    Quando 51% podem decidir como os outros 49% devem viver, gastar, falar, contratar ou educar os filhos, o nome disso pode ser democracia. Mas não é liberdade. É coerção majoritária revestida de procedimento eleitoral.

    Por isso o limite ao poder importa mais do que o método de escolha de quem exerce esse poder. Um governo eleito ainda pode violar direitos. Uma maioria ainda pode ser abusiva. Uma lei aprovada democraticamente ainda pode ser injusta.

    Democracia só é tolerável quando serve para limitar conflitos e trocar governantes sem violência. Quando vira autorização moral para decidir tudo, ela deixa de ser freio do poder e passa a ser só mais uma forma de coerção.

  • Impressionante como a censura se tornou a marca registrada desse governo; aparentemente, o Lula entrou achando que ia ser o grande sonho socialista. Já são várias as medidas que diminuem a liberdade da população, fora os poderes infinitos dos intocáveis.

    Infelizmente, o que sabemos efetivamente são dos grandes, que tiveram capacidade de defesa e alcance pra fazer as denúncias de perseguição, mas só soubemos dos pequenos quando o governo americano e o Elon Musk expuseram os documentos, mostrando a quantidade de pessoas que estão sendo perseguidas por essa Autocracia.

    Se colocar uma faixa na janela da sua própria casa escrito "ladrão" já é razão o suficiente pra PF spawnar na sua casa... é porque não existe liberdade real nesse país.

  • A perseguição que o Monark vem sofrendo por suas opiniões se tornou uma das maiores campanhas de destruição de reputação já vistas na internet.

    Enquanto há quem defenda a ressocialização de estupradores e assassinos, que cometeram crimes reais contra a vida e a dignidade, Monark, que apenas expressou ideias controversas, é tratado como se não merecesse existir em sociedade.

    Monark foi empurrado para fora do mercado (coercitivamente), teve sua imagem arruinada e constantemente é assediado por agentes estatais que se incomodam com sua existência e opinião.

    O recado é claro: a impunidade neste país existe somente para crimes de verdade, mas, caso suas palavras incomodem...

  • O mito da justiça social: desigualdade e a alternativa da liberdadeO mito da justiça social: desigualdade e a alternativa da liberdade30 de abril de 202613 views